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Élton Medeiros, 1973

Élton Medeiros, 1973

Imagine-se um respeitável orixá – um Xangô maduro – sabedor da vida que um dia se recusou a vestir suas cores para dançar. Um orixá que, ao som dos atabaques, baixou em seu cavalo apenas para um desabafo: “Neste camdomblé só da turista. Me desculpem mas esta não é a minha. Procurem outra.” Leia mais