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Negro Mesmo – Nei Lopes, 1983

Negro Mesmo – Nei Lopes, 1983

Nei Lopes não pede passagem. Abre seu caminho á toque de música, livros e atitudes. Podem “cobrar” e “questionar” à vontade. Nei Lopes recusa o cativeiro — muitas vezes, dourado — do mutismo conivente com o saque e a depredação culturais, arranca a autocomplacente mordaça do “nada a declarar” (a mais hipócrita das maneiras de dizer que vale tudo), afasta os antolhos consentidos da irresponsabilidade “criadora”. Leia mais